sexta-feira, 16 de julho de 2010

TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM


Havia um rei que tinha como conselheiro um ministro. Este ministro, em toda e qualquer circunstância, sempre repetia a mesma coisa: “Tudo o que Deus faz é bom”.

Um dia o rei, por acaso, cortou fora um dedo da mão. Ele ficou muito aborrecido e foi se queixar com o ministro, perguntando por que Deus tinha permitido acontecer isso com ele. E o ministro, com toda a tranqüilidade, respondeu: “Tudo o que Deus faz é bom”.

O rei ficou muito irritado e decidiu castigar o ministro, prendendo-o na cadeia. Numa certa manhã, o rei que sempre costumava sair para caçar com o seu ministro, decidiu ir sozinho, mantendo o seu conselheiro preso.

Porém, na floresta ele foi capturado pelos índios selvagens, que decidiram oferecê-lo em sacrifício aos seus deuses. Ele então foi banhado e preparado para o sacrifício. No último momento, antes do ritual, investigando o seu corpo, os índios viram que ele estava incompleto: faltava um dedo em uma de suas mãos. Ele não podia ser oferecido em sacrifício, pois os deuses não aceitavam pessoas mutiladas. Decidiram então soltá-lo.

Se sentido aliviado, o rei voltou ao seu palácio. Soltou o seu ministro e lhe disse, agradecido: “Agora entendo o que você quer dizer ao afirmar sempre dizendo que tudo o que Deus faz é bom”.

E o rei então lhe contou toda a história, da aventura que havia passado quando estava nas mãos dos índios. Ele só não podia compreender porque Deus havia permitido que o seu ministro, que era tão temente a ele, fosse preso injustamente. E o ministro repetiu as mesmas palavras de sempre: “Tudo o que Deus faz é bom”.

Querendo uma explicação mais detalhada, o ministro acrescentou: “Eu sempre vou junto quando a vossa Majestade vai caçar na floresta. Desta vez não fui. Se eu o tivesse acompanhado, eu teria sido sacrificado pelos índios, pois eu tenho todos os dedos do meu corpo”.

Nem sempre é possível entender porque isso e aquilo acontecem conosco. Nem sempre é possível entender os caminhos de Deus. Mas, uma coisa é certa: tudo o que Deus faz é bom. Ele, em tudo o que acontece conosco visa sempre o nosso bem. Diz ele na sua Palavra: “Porque os meus pensamentos não sãos os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos” (Isaías 55.8,9).

Por isso, mesmo não entendendo o porquê das coisas, devemos nos conformar sempre com a vontade de Deus, na certeza de que tudo o que ele faz é bom.

Lindolfo Pieper

Jaru, RO – Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

quinta-feira, 8 de julho de 2010

BOLA MURCHA


Certo dia houve um jogo de futebol entre duas equipes no final de um campeonato. O estádio estava lotado, todos olhando para a bola. O juiz deu a saída e a platéia toda acompanhava atentamente para onde a bola ia, de um lado para o outro. E os jogadores correndo atrás.

Às vezes a bola ia para o lado do gol, e o goleiro a abraçava com todo o carinho. Outras vezes saía do campo, e alguém a jogava de volta com as mãos para o campo. Quando conseguia entrar no gol, o estádio todo tremia, de tanto a platéia gritar. E ela era então, com todo o carinho, levado para o meio de campo, onde parecia que começava tudo de novo.

E a bola estava orgulhosa, pois todo mundo só olhava para ela. Eram mais de oitenta mil pessoas.

De repente, alguém dá um chute e a bola estoura. Fica murcha. O juiz então se dirige a ela, pega-a com a mão e a joga para fora do campo, e a substitui por uma outra bola.

Ali, abandonada, a bola viu que não era nada, mas apenas um objeto qualquer, que todo mundo botava o pé para dar um chute. Sentia-se vazia e abandonada.

Às vezes pensamos que somos o centro do universo. Todos gostam de nós e fazem tudo para nos agradar. Tudo corre bem. É um sucesso atrás do outro.

De repente descobrimos que as coisas são bem diferentes. Somos pisados, chutados e, não demora, verificamos que aqueles que pareciam torcer por nós, desaparecem na hora do aperto. Sentimo-nos então como uma bola murcha: vazios, abandonados e desprezados. Ficamos com vontade de morrer.

Mas nem tudo está perdido. Porque existe alguém que se importa conosco. Deus, o Criador de todas as coisas, também de nossa vida, ele se importa com cada um de nós. Ele provou isso quando mandou o seu próprio Filho ao mundo para resolver o grande problema do ser humano, que é o pecado, que o separa de Deus e o torna infeliz.

Isto quer dizer que, se queremos ser salvos e encontrar um propósito para a vida, a única solução é arrependermos-nos dos nossos pecados e aceitar a Cristo como o nosso Salvador.

Com Cristo a nossa vida ganha um rumo, um propósito. Não ficamos mais como uma bola murcha, abandonados num canto. Mas sim, como uma bola cheia, admirados e queridos por todos, especialmente por aqueles que amam as coisas de Deus. Diz o Salvador Jesus: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10).


Lindolfo Pieper

Jaru, RO – Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ONDE POSSO ENCONTRAR DEUS


Certo homem, recém-convertido ao cristianismo, tinha uma dúvida: onde está Deus? Ele havia aprendido que Deus está em toda parte, mas não conseguia compreender esta verdade. Ele queria saber de outras pessoas onde, afinal, estava o Criador.

Um astrólogo lhe disse que Deus estava nas estrelas. Um naturalista lhe garantiu que Deus estava na natureza. Um religioso lhe afirmou que Deus estava no semelhante. E um marinheiro lhe falou que Deus estava nas ondas do mar.

Estas respostas só aumentaram ainda mais a sua dúvida. Sentou-se no chão e começou a meditar sobre o que lhe haviam dito. Foi quando veio uma criança. Pensativo, ele lhe perguntou: “Diga-me, menina, você sabe onde está Deus?” “Sim, eu sei”, respondeu a menina. “Deus está aqui, ó!... dentro do meu coração!”

Emocionado, o homem se levantou, agradeceu à menina pela resposta e foi para casa. A sua busca terminara. “Como eu não havia pensado nisso antes?”, dizia ele para si mesmo.

Sim, Deus só podia estar no seu coração e, do coração, passar para a mente. De sua mente, então, ele poderia vê-lo nas estrelas, na natureza, no mar e no seu semelhante. Mas, primeiro Deus tinha que nascer, crescer e habitar no seu coração.

Sabendo e crendo que Deus estava nele e ele em Deus, aquele homem fez maravilhas, pois a sua boca passou a falar do que estava cheio o seu coração. Ele se alegrava, se consolava e se maravilhava em Deus, e repartia com os outros este tesouro que buscara com tanto esforço durante tanto tempo.

Diz o Senhor Deus: “Vocês vão me procurar e me achar, se me procurarem de todo o coração” (Jeremias 29.13). E Jesus acrescenta, dizendo: “Onde estiverem reunidos dois ou três em meu nome, ali estarei eu no meio deles” (Mateus 18.20).

Deus está em toda parte, no nosso coração e, de modo especial, na igreja, onde a sua palavra é anunciada clara e puramente e os santos sacramentos são administrados conforme a sua ordem. Pela fé em Cristo, através da sua Palavra, é possível encontrá-lo e ter comunhão com ele aqui nesta vida e um dia estar com ele face a face na glória celestial.


Lindolfo Pieper

Jaru, RO – Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil


sábado, 19 de junho de 2010

ALBERT EINSTEIN E A SUA FÉ EM DEUS


Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou os seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo o que existe, não é?” Um aluno respondeu corajosamente: “Sim, Deus criou tudo o que existe!”

“Deus criou tudo?”, perguntou novamente o professor. “Sim, senhor”, respondeu o jovem. O professor concluiu: “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal, pois o mal existe. E, partindo do pressuposto de que as nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau”.

O jovem ficou calado diante da resposta. E o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito. Então outro estudante levantou a mão e disse: “Posso fazer uma pergunta, professor?” “Lógico”, foi a resposta do professor. “Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”, disse o professor. O rapaz respondeu: “O senhor está enganado, pois na verdade o frio não existe. Segundo as leis da física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”.

“Existe a escuridão?”, continuou o estudante. O professor respondeu: “Sim, existe”. O estudante respondeu: “O senhor novamente comete um erro: a escuridão também não existe. A escuridão é a ausência de luz. A luz pode ser estudada, a escuridão não. Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz”.

Finalmente o jovem perguntou ao professor: “Professor, o mal existe?” O professor respondeu: “Claro que sim, lógico que existe, como eu disse desde o começo. Vemos estupros, crimes e violência no mundo todo. Essas coisas são resultado do mal”.

E o estudante respondeu: “O mal não existe, senhor. Pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem. É o mesmo dos casos anteriores. O mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência do bem. Deus não criou o mal. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É o que acontece com o frio quando não há calor, ou com a escuridão quando não há luz”.

Por volta do ano 1900, este jovem estudante foi aplaudido de pé. E o professor apenas balançou a cabeça, permanecendo calado. Imediatamente, o diretor dirigiu-se àquele jovem, e perguntou: “Qual é o seu nome?” E o jovem, em toda a sua humildade, respondeu: “Meu nome é Albert Einstein”.

Albert Einstein foi um dos maiores cientistas de todos os tempos e um fervoroso cristão. Morreu dando testemunho de sua fé.

O mundo hoje precisa de pessoas como Einstein, que mesmo tendo grandes estudos e conhecimentos, não se envergonham da sua fé. Diz a Palavra de Deus em Mateus, capítulo 10, versículo 33: “Aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante do meu Pai no céu. Mas, aquele que me negar diante dos homens eu o negarei diante do meu Pai que está no céu”.

Lindolfo Pieper
Jaru, RO – Brasil
Igreja Evangélica Luterana do Brasil

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A CORRIDA CRISTÃ


O povo gosta de esporte. Uns gostam de futebol, outros de vôlei, outros de corrida de carro e ainda outros de natação.

Nos tempos bíblicos o povo também gostava de esportes. Só que não eram os mesmos que os de hoje, mas sim: atletismo, especialmente corridas de longa distância. E para estas competições os candidatos se submetiam a longos e penosos exercícios a fim de se preparar bem para a corrida.

A história nos fala de uma grande corrida que se realizou na cidade de Atenas, na Grécia. Como sempre, os jovens procuraram se preparar ao máximo. Num desses treinamentos estava presente o grande Sócrates, o homem mais famoso da época.

Sócrates era um homem esquisito: para tudo ele fazia pergunta, sempre queria saber o porquê das coisas. Quando ele vê, por exemplo, um dos jovens treinando, correndo atrás de nada, ele logo pergunta: “Por que você está correndo? Para onde você vai?” E o jovem, meio assustado, responde: “Estou correndo, correndo”. Sócrates insiste: “Você não respondeu a minha pergunta. Estou perguntando para onde você está indo?” O jovem, ainda sem fôlego, só consegue dizer: “Estou correndo, correndo”. Sócrates então se dirige à platéia e diz: “Vejam só como corre. Corre e não sabe para onde vai!”.

Também nós estamos empenhados numa competição. É a corrida da vida. E esta competição está cada vez mais difícil, porque tudo está muito caro e para tudo se exige especialização.

O apóstolo Paulo, em 1Coríntios, capítulo 9, igualmente nos fala de uma corrida. Não de uma corrida pela subsistência do corpo, mas pela salvação da alma: a corrida cristã. E o apóstolo sabia para onde ele estava correndo. Ele estava correndo em direção oposta à grande parte da humanidade de hoje. Diz ele: “Assim corro eu, não sem meta. Assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo a escravidão, para que, tendo pregado aos outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9.26,27).

No final da competição, quem conseguir vencer, costuma ganhar um prêmio. E qual o prêmio que Deus promete ao vencedor? O prêmio que o cristão recebe na hora de sua partida deste mundo é a coroa da vida eterna, o direito de morar com Jesus no céu.

E qualquer um pode ganhar este prêmio, bastando apenas que permaneça fiel a Cristo na fé, palavra e obra. Por esta razão Paulo nos aconselha, dizendo: “Correi de tal maneira que alcanceis”. E acrescenta: “Todo o atleta em tudo se domina. Aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível”. E Jesus, no livro de Apocalipse, completa dizendo: “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida”.

Corramos, portanto, sempre firmes em direção à vida eterna. Olhemos firmemente para Jesus, o autor e consumador da nossa fé, do qual depende a nossa salvação, bem como a força para chegar à pátria celestial.

Lindolfo Pieper
Jaru, RO – Brasil
Igreja Evangélica Luterana do Brasil

quarta-feira, 2 de junho de 2010

ATRAÇÃO TERRENA


Certa vez um pato selvagem estava voando por cima da casa de um fazendeiro, quando viu, lá em baixo no terreiro, algum milho espalhado e, por perto, alguns patos mansos. Atraído pelo milho, o pato selvagem resolveu descer e ajuntar-se aos patos mansos, em busca de alimento. A comida estava tão gostosa que acabou ficando no terreiro com os outros patos.

Certo dia ele notou que os seus novos companheiros estavam diminuindo. Era o seu dono que os estava matando. Ele, meio desconfiado, quis ir embora. Mas sentiu que estava muito pesado e não conseguia mais voar direito. E, atraído pelos grãos de milho, resolveu ficar mais algum tempo. E, numa outra vez, depois de ver novamente um companheiro seu sendo morto, ouviu os gritos de alguns patos selvagens que passavam por cima da casa, quis novamente se juntar a eles. Mas, outra vez teve que desistir, pois estava muito gordo e não conseguia voar. E continuou comendo milho. E assim ele ficou comendo milho, comendo milho... Até que um dia, com medo que fosse embora, o fazendeiro o acabou matando.

Essa história é o retrato da vida de muitas pessoas. Gostam tanto das coisas do mundo, do pátio da terra, que não desejam outra coisa. Vez por outra, quando vêem alguém partindo para a eternidade, ficam assustadas e começam a se preparar. Vem uma ou duas vezes à igreja, lêem a Bíblia. Mas, atraídas pelas coisas do mundo, logo se esquecem de tudo, e voltam novamente a viver como sempre.

E assim vão se divertindo, trabalhando, ajuntando tesouros na terra, até que chega a sua vez. Através de um acidente, de uma enfermidade, de um ataque de coração ou outra doença qualquer, Deus lhes chama à eternidade. E então, como aquele pato selvagem, vão para a panela, a panela do fogo eterno.

É por isso que Jesus nos adverte dizendo no Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículos 19 a 21: “Não acumuleis para vós tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam. Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam e nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”.

Pergunto: Você está acumulando tesouros aqui na terra para esta vida ou para a vida que há de vir? Para que lado o seu coração bate mais forte: para as coisas de Deus ou para as coisas do mundo? Se Deus lhe chamasse agora, pedindo a sua alma, conforme ele fez com aquele rico avarento (Lucas 12.20), para quem ficará tudo aquilo que você ajuntou?

Lembre-se: um dia você estará diante do tribunal de Deus para prestar contas a ele por tudo o que fez nesta vida. Arrependa-se, pois, dos seus pecados, confie em Jesus como o seu Salvador e viva conforme a vontade de Deus, para que Deus possa lhe dizer nesse dia, juntamente com todos os salvos: “Vinde, benditos do meu Pai, entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”.

Lindolfo Pieper

Jaru, RO – Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

domingo, 2 de maio de 2010

O AMOR E O EGOÍSMO


Um chinês quis saber do seu pai qual era a diferença entre o amor e o egoísmo. E o pai então lhe contou a seguinte história.

Havia certa vez um grande monte de arroz cozido e preparado como alimento. Ao redor dele havia muitos homens, quase morrendo de fome, não podiam se aproximar do monte de arroz. Mas possuíam longos palitos de dois metros de comprimento. Apanhavam o arroz, porém não conseguiam levá-lo para a própria boca, porque os palitos eram muito longos. E assim, famintos e moribundos, embora juntos, mas não solidários, permaneciam curtindo uma fome eterna, diante de uma fartura inesgotável. Isso, disse o pai, é o egoísmo.

Havia um outro monte de arroz cozido e preparado como alimento. Ao redor dele havia muitos homens famintos, mas cheios de vitalidade. Não podiam aproximar-se do monte de arroz, mas possuíam longos palitos de dois metros de comprimento. Apanhavam o arroz e, como não conseguiam levá-lo a sua própria boca, serviam-se uns aos outros. E assim matavam a sua fome, numa grande comunhão fraterna. Isso, concluiu o pai, é o amor.

Essa lenda chinesa, além de retratar a diferença entre o amor e o egoísmo, nos mostra ainda a excelência do amor. O apóstolo Paulo, que afirma ser o amor o maior de todos os dons, assim o descreve em 1 Coríntios, capítulo 13: “O amor é paciente e bondoso. O amor não é ciumento, nem orgulhoso e nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra quando alguém faz alguma coisa errada. O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência”.

Num mundo faminto e sedento em que vivemos, onde reina egoísmo e avareza, procuremos colocar sempre em prático o amor, sendo solidários uns com os outros, a exemplo de Cristo.

Jesus, quando esteve aqui na terra, ele ajudou a todos. Ele curou os doentes, multiplicou pães, consolou os aflitos e acudiu aos necessitados. Ele disse certa vez: “Eu não vim para ser servido, mas para servir e dar a minha vida em resgate de todos” (Mateus 20.28).

Os seus braços estendidos sobre a cruz, intercedendo pelos inimigos, é um retrato fiel da sua missão: dar vida ao mundo, a vida eterna. Por isso, numa outra ocasião ele afirmou: “Eu vim para dar vida, e vida em abundância” (João 10.10).

Que o exemplo de Jesus nos inspira a ser solidários uns com os outros, colocando em prática o amor que há em nós.

Lindolfo Pieper

Jaru, RO – Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil